Os relógios são um dos gadgets cujo ritmo de venda tem vindo a aumentar, demonstrando a mesma tendência que o estudo da IDC apura para todo este segmento dos wearables: o crescimento no início foi lento, mas há cada vez mais interessados neste tipo de produtos.

Os números da consultora mostram que entre o terceiro trimestre de 2014 e o mesmo período de 2015 o crescimento foi de 200%, o que se traduz num total de 21 milhões de unidades vendidas entre julho e setembro passados. Até 2019 a tendência deve manter-se. Nessa altura a IDC projeta que as vendas de wearables atinjam 126 milhões de unidades.  

A diversificação da oferta é a principal explicação para o facto de haver mais gente a comprar wearables. Uma das novidades do último ano, com forte impacto no segmento, foi a chegada do Apple Watch, que atirou a fabricante norte-americana para os primeiros lugares de vendas do mercado.

Os dados da IDC mostram que a Fitbit continua a liderar o mercado dos wearables com 4,7 milhões de unidades expedidas para as lojas entre julho e setembro.

A Apple surge em segundo lugar, com 3,9 milhões de dispositivos enviados para as lojas no período em análise, garantindo uma quota de 18,6%. Nos lugares seguintes estão duas empresas chinesas: a Xiaomi e a XTC, que opera sobretudo no mercado doméstico mas que mesmo assim conseguiu destronar a Samsung do Top 4.

As propostas destas marcas fazem parte de uma lista de werables que o TeK referiu numa Sugestão recente e que prometem transferir parte da sua vida digital  para o pulso.

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