Diz-se por aí que o amor à primeira vista é algo que acontece, mas nem sempre a aparência ilustra o interior das pessoas e as coisas podem nem sempre correr da melhor maneira. A Appetence sabe disso e foi criada com base nas pessoas e não na sua aparência. Isto significa que, nesta aplicação focada no amor, primeiro vai ter de "conversar" e só depois é que vai saber qual o da pessoa ou pessoas, com quem teve de trocar, pelo menos, 100 mensagens.

A ideia é "levar as coisas com calma", como se lê no site oficial. A app, que por agora existe apenas para iOS, funciona através de um algoritmo que combina os gostos e interesses das pessoas de forma a apresentar resultados minimamente compatíveis.

Depois de descarregar a aplicação ainda está longe de poder começar a procurar o seu par perfeito (como acontece em aplicações como, por exemplo, o Tinder). Tem de responder a um questionário sobre a sua personalidade e os seus gostos para poder ficar online. É a partir destas respostas que vão ser sugeridas as pessoas com quem pode começar a conversar.

 

Quando iniciar uma conversa com alguém, as fotografias vão estar tapadas de forma a só serem reveladas depois de 100 mensagens serem trocadas. Existe ainda a possibilidade de gostar das respostas da outra pessoa de forma a que, por exemplo, ao fim de 10 gostos seja destapado mais um interesse da pessoa, sendo assim bastante gradual o processo de conhecer alguém novo.

Se tiver um equipamento com iOS pode começar a procurar o amor de forma lenta e mais genuína do que simplesmente olhar para as fotografias, até porque isso vai ser a última coisa que vai ver ao longo da conversa. Como a aplicação foi lançada apenas em maio existem, para já, poucos utilizadores portugueses registados na plataforma, no entanto, tentar a sorte não custa nada.