O iPhone é o dispositivo mais importante para a Apple e a empresa quer continuar a dar razões aos utilizadores para apostarem no iOS. Para isso a tecnológica está alegadamente a investir nas capacidades preditivas do sistema operativo, diminuindo assim a distância para ferramentas que tanto a Google como a Microsoft já apresentam.

De acordo com a Reuters, a Apple recrutou 86 especialistas em inteligência artificial. O objetivo é fazer com que as próximas versões do iOS consigam sugerir aos utilizadores determinados elementos sem que seja necessária uma pesquisa ativa.

Isto é algo que o Google Now e a Cortana da Microsoft já fazem, o que neste sentido deixa a Siri da Apple na “cauda da corrida”. Com o iOS 9 a Apple já procura explorar mais o conceito de um sistema e de uma máquina que aprende com os hábitos do utilizador, mas esta é uma área prioritária para o futuro e que é para reforçar.

Enquanto um sistema operativo “feito à medida” de cada utilizador parece algo positivo, especialistas ouvidos pela Reuters salientam que a Google pode acabar por levar vantagem neste campo por ter uma estratégia mais abrangente. A gigante dos motores de busca usa grandes quantidades de informação para criar padrões para determinados perfis de utilizadores, enquanto a Apple está bloqueada pelas próprias políticas de utilização.

A tecnológica responsável pelo iPhone e pelo iPad garante que respeita a privacidade dos utilizadores, não usando por exemplo os dados das conversações para produzir uma sugestão. Já a Google analisa as informações que existem no email das pessoas para, por exemplo, calendarizar uma viagem de avião.

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