O The New York Times foi falar com a Whole Foods, a McDonalds e a Walgreens – três das maiores cadeias de venda de produtos nos EUA – para saber como está o desempenho do Apple Pay. Apesar de cada grupo apresentar indicadores diferentes, no seu conjunto todos parecem indicar que o Apple Pay pode estar a chamar muitos utilizadores para algo que até então não faziam – pagamentos móveis.
Em três semanas a Whole Foods processou 150 mil pagamentos através do serviço da tecnológica de Cupertino; já a McDonalds revela que nas suas 14 mil lojas em território norte-americano 50% dos pagamentos móveis já são feitos com tecnologia Apple; e a Walgreens refere que o número de pagamentos móveis duplicou desde que a solução Apple Pay está disponível.
Até agora os únicos números oficiais que existem por parte da Apple foram revelados pelo próprio diretor executivo, Tim Cook, que revelou que nas primeiras 72 horas o serviço tinha sido ativado um milhão de vezes. No entanto nas primeiras horas o Apple Pay também foi fustigado por alguns problemas, como cobrança dupla nas contas dos utilizadores e poder ser usado em vários países.
O serviço chegou ao mercado no dia 20 de outubro, data em que foi disponibilizada a versão 8.1 do iOS.
O Apple Pay atualmente só funciona de forma plena com o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus. Os dois smartphones trazem integrada a tecnologia NFC, que permite fazer a comunicação com os terminais de pagamentos móveis.
No caso da Apple o serviço Pay está integrado no telemóvel e serve também para fazer compras online. A existência de um leitor de impressões digitais no telemóveis ajuda a que haja uma maior segurança na forma como os pagamentos são validados.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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