O conceito ainda está numa fase embrionária e em bom rigor não pode ser apelidado de drone que imprime em 3D: um robô autónomo despeja uma cola num determinado objeto, vindo depois outro, mais potente, que pousa nessa cola ficando agarrado ao objeto e transportando-o para longe.



Para que serve este tipo de drones cooperativos? Para remover material tóxico ou para ajudar na remoção de escombros por exemplo:





Mas este trata-se apenas do projeto protótipo. O verdadeiro objetivo passa por conseguir desenvolver um aeronave autónoma que consiga imprimir infraestruturas que possam servir de apoio às equipas de primeiros socorros em catástrofes naturais ou que consigam transportar objetos com 40 quilogramas de peso.



Os drones fazem uso de tecnologia de reconhecimento de imagem e de geolização para navegarem entre os objetos e para identificar a área onde devem atuar. No futuro estas aeronaves podem construir acessos e ligações entre duas áreas que ficaram separadas ou que têm uma fenda no caminho que impede o avanço de outras equipas.



Estes drones também serão a médio prazo autónomos, de acordo com a BBC. A ideia é que cada robô consiga imprimir “ninhos” onde possam pousar e restaurar a energia, para que mais tarde prossigam as suas tarefas sozinhos.



O conceito dos drones que imprimem em 3D foi inspirado num pássaro que usa a própria saliva para construir ninhos no topo das árvores.



O TeK já tinha dado conta em fevereiro deste ano de um projeto português que quer colocar os drones como elementos do combate às chamas, estando prevista a abertura de uma escola de pilotos numa freguesia da Covilhã.



Nota de redação: foram corrigidas gralhas por sugestão de um leitor


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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