O Osteoid é um conceito vencedor: foi distinguido nos prémios de design A'Design Awards e promete tornar a recuperação de membros partidos numa tarefa mais rápida e mais user friendly. Em breve alguns hospitais vão poder substituir as proteções feitas em gesso por “armaduras” 3D criadas em impressoras.
A ideia passa por criar uma proteção com um melhor aspeto, que seja mais higiénica e que nem sequer ganha odores. Cada elemento pode ser criado de raiz tendo em conta as características específicas de cada paciente e pode dar resposta a pedidos pessoais, como em que cor deve ser criado.
Na página do projeto é ainda referido que o “esqueleto” 3D resolve o problema da ventilação que está associado ao gesso, que simplesmente “abafa” a zona que está a proteger. Tem ainda a vantagem de ser leve, mais confortável e permitir uma lavagem da área afetada.
Mas o elemento que distingue atualmente o Osteoid é um sistema de ultrassons que pode ser incorporado na estrutura que protege o membro partido. Diz o The Verge que os ultrassons têm a capacidade de ajudar na recuperação da fratura, podendo em alguns casos acelerar até 80% o tempo de recuperação.
O sistema de ultrassons é conhecido por LIPUS e não pode ser testado em pacientes com gesso devido às limitações deste modo de tratamento. O LIPUS é aplicado diretamente na zona do membro onde existe fratura e apenas requere sessões de 20 minutos diárias.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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