A utilização de hologramas como forma de ver e manipular informação digital foi ontem uma das surpresas que a Microsoft reservou para a apresentação onde o Windows 10 foi estrela.

A empresa está a desenvolver o projeto de forma secreta há alguns anos e passa para a realidade um domínio que tem sido limitado à ficção científica, ou a algumas aplicações de nicho, pretendendo massificá-lo. A chegada ao mercado da solução está prevista para o último trimestre do ano.

As possibilidades são imensas, e estendem-se do entretenimento à produtividade empresarial, mas a exploração do espaço também está nos planos.

A Microsoft está a trabalhar com a NASA para utilizar as imagens de Marte captadas pela sonda Curiosity e combiná-las com os óculos Microsoft HoloLens.

O software OnSight vai usar a holografia para sobrepor informação visual e dados ao campo de visão dos cientistas e criar novas formas de explorar a informação.

O OnSight será ainda útil para planear missões da Curiosity, utilizando interfaces mais simples.

Uma pequena mostra do que será possível fazer já está recriada no vídeo que reproduzimos abaixo.

A Microsoft defende que as HoloLens são o primeiro computador holográfico do mundo. Estão equipadas com lentes especiais e integram CPU e GPU para poder fazer a sua própria renderização de elementos. Há ainda um terceiro elemento, um processador dedicado aos hologramas, uma combinação que torna o dispositivo independente, sem necessitar de um PC nem de um smartphone para poder funcionar.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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