
Aprendem-se na escola e ouve-se falar deles ao longo da vida. Isto porque os buracos negros são dos maiores mistérios que existe ao nível da astronomia - ao mesmo tempo que são uma das forças mais brutais do Universo. Nada lhes escapa, nem mesmo uma estrela com uma massa milhares de vezes superior à do Sol.
A simulação feita pela Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA na sigla em inglês) é baseado num caso verídico. A estrela é a ASASSN-14li e a sua morte aconteceu numa galáxia que está a 290 milhões de anos-luz do Sistema Solar.
As imagens mostram, numa versão muito mais acelerada, a estrela a ser sugada aos poucos, até que se transforma numa enorma massa de gases e altas temperaturas em torno do buraco negro.
Devido à energia libertada durante o processo, são geradas correntes de ‘vento’ fortíssimas que são expelidas do núcleo do buraco negro.
A NASA foi recolhendo informação com a ajuda de três telescópios equipados com detetores de raios-X e foi assim que conseguiu perceber - e criar - como foi a destruição da estrela ASASSN-14li.
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