Dois astronautas e um cosmonauta descolaram esta quarta-feira do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para um voo de dois dias até à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla original). Foram notícia principalmente porque levam com eles uma bola que será utilizada na Mundial de Futebol da Rússia. Mas têm muito mais “em mãos”.

Os americanos Drew Feustel e Richard Arnold e o russo Oleg Artemiev, comandante do voo, partiram às 17h44 GMT a bordo do Soyuz MS-08 para uma missão que vai durar cinco meses, tempo durante o qual ficarão responsáveis por conduzir cerca de 250 investigações científicas. Entre elas estão experiências no campo da biologia, ciências naturais, ciências humanas, física e desenvolvimentos tecnológicos, refere a NASA.

Os destaques vão para a criação de novas instalações para testar materiais, revestimentos e componentes de outras experiências no ambiente hostil do espaço; para um estudo sobre os efeitos da microgravidade na medula óssea e células sanguíneas produzidas na medula óssea; e para um sistema passivo de produção de nutrientes para a “plantação” Veggie.

À responsabilidade das experiências junta-se uma bola oficial do Mundial de Futebol 2018. “Levamos connosco a bola que estará, provavelmente, em campo no jogo inaugural [do Mundial de Futebol]”, afirmou o astronauta Oleg Artemiev numa conferência de imprensa em Baikonur, antes da partida rumo à ISS.

O cosmonauta acrescentou ainda que a bola regressará a Terra com o seu colega Antón Shkaplerov, que se encontra na estação Espacial desde dezembro de 2017. Além da bola, vai igualmente a bordo a mascote oficial do torneio, o lobo Zabikava.

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