A NASA tem um sistema de controlo de lixo espacial que monitoriza a posição de mais de 20 mil objetos que existem no exterior da atmosfera terrestre. Mas para as pessoas que estão na Terra é difícel perceber o que significa realmente esta quantidade de objetos que existem no espaço.

Por não haver esta noção é que o professor Stuart Grey, da Universidade Colegial de Londres, criou uma simulação digital onde retrata o aumento de lixo espacial em torno do planeta Terra.

O primeiro satélite foi enviado no ano de 1957 e desde então foi sempre a acumular: com viagens de exploração espacial, com o envio de mais satélites e sondas para o espaço e até com o teste de mísseis. Como relata o Mashable, um míssel chinês no ano de 2007 provocou sozinho mais de dois mil pedaços de lixo espacial.

É que o número ‘20 mil’ apenas diz respeito ao lixo de maiores dimensões. Se tiver em conta os restos que têm até o tamanho de um berlinde, então o valor aumenta para 500 mil, segundo dados oficiais da NASA.

Por exemplo, ainda este ano os olhos de muitos investigadores ficaram colados no céu quando um objeto entrou na atmosfera terrestre: acabou por desintegrar-se, mas poderá não acontecer o mesmo a todo o lixo espacial.

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