É verdade que na maior parte das vezes não chegam a materializar-se, mas as chamadas provas de conceito são sempre bonitas de ver, nomeadamente as referentes aos telemóveis, como é o caso.




As ideias apresentadas chegam pelas mãos da Nokia que no seu blog sugere algumas linhas de orientação (quem sabe) para os seus futuros modelos.



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São cinco os conceitos listados. Ao estilo libelinha, o N82 Dragonfly é apresentado como um telefone "esteticamente agradável" que aposta num ecrã de grande dimensão, keypad numérico e numa câmara.



Num conceito mais amigo do ambiente, a proposta vai para o Nokia Remade, feito quase inteiramente de materiais reciclados, como latas de alumínio, garrafas plásticas e até de pneus usados.



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As preocupações ambientalistas fazem-se notar também a nível interno, com por exemplo a integração de um ecrã retroiluminado que poupa energia e aumenta a vida útil da bateria.



Entre os conceitos apresentados talvez o mais difícil de explicar seja o Scentsory, um telefone dobrável que pretende oferecer uma experiência de utilização multi-camadas e que tem a impressionante capacidade de detectar, transmitir e emitir cheiros.



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O Eco Sensor acrescenta às capacidades de comunicação funcionalidades ligadas à monotorização de aspectos relativos à saúde e ao ambiente circundante.



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Este terminal divide-se em duas partes: uma unidade "medidora" que pode ser usada como como pulseira ou fio - feita de células solares que fornece energia aos sensores - e o telemóvel propriamente dito.


Por último, a Nokia apresenta o Kinetic, um telemóvel que segundo a fabricante consegue transformar informação digital em energia cinética, usando um electromagnete na sua base. Em linguagem corrente, significa que quando uma chamada é recebida, o peso na base faz com que o telefone se levante. Se não quiser atender a chamada, basta baixá-lo.




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