
Rosalind Franklin foi o nome escolhido para batizar o rover europeu da missão ExoMars, que em 2020 irá tentar perceber se já existiu vida no planeta vermelho, analisando os componentes que formam a superfície marciana.
A escolha do nome da cientista que contribuiu para o entendimento da estrutura do ADN foi feita por um painel de peritos, entre mais de 36.000 propostas enviadas pelos internautas, no âmbito de um concurso lançado pela Agência Espacial do Reino Unido em julho do ano passado. "Este nome recorda-nos que explorar está nos genes humanos”, afirma Jan Woerner, diretor geral da ESA, em comunicado.
O todo-o-terreno espacial será o primeiro da sua espécie a combinar a capacidade de percorrer Marte, mas também de “furá-lo”. Rosalind (o rover) vai recolher amostras a dois metros de profundidade, analisando a sua composição, em busca de sinais de vida – passada e quem sabe, atual.
O local de “amaragem” é conhecido desde novembro último: Oxia Planum, perto do equador marciano, por ter próximo terrenos antes ricos em água e que poderão ter acolhido alguma forma de vida.
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