A Agência Espacial Europeia (ESA) está a preparar-se para uma missão que, à primeira vista, pode parecer invulgar: observar a reentrada de dois satélites, cuja rota foi cuidadosamente ajustada, sobre o oceano Pacífico a partir de um avião.
Composta por Jessica Meir, Jack Hathaway (NASA), Sophie Adenot (ESA) e Andrey Fedyaev (Roscosmos), a Crew-12 está a preparar-se para seguir rumo à Estação Espacial Internacional, num lançamento previsto para o dia 11 de fevereiro.
Identificar objetos astronómicos raros é quase como encontrar uma agulha cósmica num palheiro do tamanho do Universo. Mas uma nova ferramenta com inteligência artificial está a ajudar os investigadores.
Além de resolver um mistério antigo, um estudo feito com a ajuda do Hubble abre novas perspetivas sobre a forma como as estrelas desafiam a idade e, em casos raros, parecem encontrar uma forma de rejuvenescer.
Tal como uma avalanche começa com o movimento de uma pequena quantidade de neve, uma erupção solar é desencadeada por disrupções inicialmente fracas, mas rapidamente se tornam mais violentas, revela uma nova descoberta feita através das observações da Solar Orbiter.
Através de observações feitas com o Hubble, uma equipa de investigadores descobriu um novo tipo de objeto celeste. Descrito como uma nuvem rica em gás, desprovida de estrelas e dominada por matéria escura, o objeto foi batizado como Cloud-9.
A ESA reuniu algumas das principais imagens do ano numa galeria que mostra os pontos altos. E recorda algumas das fotografias mais extraordinárias que mostram segredos do espaço profundo.
Enquanto ainda não há uma base na Lua, a Estação Espacial Internacional é a casa dos humanos fora da Terra, e um local especial para celebrar o Natal no espaço.
A 25 de dezembro de 2021, o James Webb partia finalmente para o Espaço. Desde então, as descobertas feitas e imagens "colecionadas" pelo sucessor do Hubble continuam a fascinar, ajudando a desvendar os segredos mais profundos do Universo.
Através das suas equipas em Portugal e no Reino Unido, a GMV vai participar num novo projeto que faz parte do programa NAVISP (Navigation Innovation and Support Programme) da Agência Espacial Europeia.
Do espaço, as cidades deixam de ser lugares e tornam-se padrões de luz, linhas e formas moldadas pela geografia e história humana. Nas imagens que capta, a ESA mostra como a vida urbana se escreve, literalmente, à superfície do planeta. Começando por Lisboa.
Os astrónomos identificaram recentemente o asteroide próximo da Terra número 40 mil e o número de descobertas tem crescido significativamente nos últimos anos.
A IBM e a ESA estão a afinar o seu modelo de inteligência artificial TerraMind com um novo dataset aberto que pretende ajudar a preparar e responder a desastres naturais como incêndios e inundações.
Chama-se HydroGNSS e o nome é a combinação de uma das missões, procurar água a partir do espaço, e da tecnologia usada, com a reflectometria do Global Navigation Satellite System (GNSS).
O plano já é antigo mas o acordo foi assinado hoje, entre a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Portuguesa. É mais um passo para o futuro Centro Tecnológico Espacial de Santa Maria, que vai acolher o primeiro voo do Space Rider em 2028.
O Conselho Ministerial da ESA reune-se hoje em Bremen, na Alemanha, para decidir o orçamento da agência e as prioridades de financiamento entre 2026 e 2030. O encontro, que decorre até ao dia 27 de novembro, conta com a participação dos 23 Estados-membros, de países associados e da Comissão Europeia
Esta semana vai ser discutido o orçamento da Agência Espacial Europeia (ESA) para o período de 2026 a 2030 e Portugal quer reforçar a participação, aumentando em 51% o valor aplicado. Pela primeira vez a Defesa também contribui para o investimento, assim como a Região Autónoma dos Açores.
Desenhado para melhorar a segurança e a ergonomia durante as fases críticas de uma missão espacial, o EuroSuit desenvolvido pela Decathlon pode ser vestido ou removido pelos astronautas em menos de dois minutos.
Erupções massivas e tempestades geomagnéticas fazem parte dos eventos registados pelos instrumentos da NASA no mês de novembro, com impacto direto na Terra em perturbações das comunicações e auroras boreais.
A ExoMars Trace Gas Orbiter da ESA já tinha captado imagens do “visitante” interestelar e, agora, os dados recolhidos pela missão em Marte permitiram aos cientistas aumentar a precisão das suas previsões relativamente à trajetória do cometa, ajudando a mapear o seu percurso pelo Sistema Solar.
Cultivar grilos em pequenas fazendas orbitais e criar proteína em pó a partir de ar e urina reciclada no Espaço. Soa estranho? Talvez. Mas são hipóteses que podem garantir que os primeiros humanos em Marte não ficarão de estômago vazio.
Desde que a missão Sentinel-1 chegou ao espaço que os recursos para monitorizar alterações no planeta que podem resultar em catástrofes se alterou completamente. Mais um satélite é um acréscimo importante para essa capacidade.
O Living Planet Fellowship quer apoiar jovens investigadores e maximizar o impacto científico das missões da ESA, reforçando as capacidades europeias de observação terrestre. As candidaturas terminam no dia 14 de novembro.