Por que razão vai a Sony lançar um gira-discos no mercado e logo numa altura em que a música digital está a dominar? Não será este um conceito do passado? A resposta às perguntas é justamente onde reside o segredo deste PS-HX500: a tecnológica japonesa está de facto a recorrer a um sistema de som analógico e ‘vintage’, mas está ao mesmo tempo a preparar o futuro.

É que este não é um gira-discos comum. Foi concebido para ser também um conversor de música digital. Basta colocar o vinil, pousar a agulha no disco, ligar o gira-discos a um computador Windows ou Mac e ‘ripar’ a música em alta resolução.

Aqui o objetivo é que não haja quase perda de qualidade de som, permitindo ao utilizador ter uma qualidade sonora num dispositivo móvel e digital igual à que tem com o disco físico.

O PS-HX500 vai ficar disponível no mercado português em maio e vai custar 500 euros, de acordo com as indicações dadas pela Sony durante a apresentação da sua nova gama de produtos, hoje, em Lisboa.

Deve considerar que não basta criar ficheiros digitais em alta resolução, depois deve assegurar equipamentos que suportem este formato de áudio de alta qualidade. A pensar na criação de um ecossistema completo a Sony está a garantir que quase todos os seus novos equipamentos de som suportam estes ficheiros.

Leitores multimédia portáteis da gama Walkman e também auriculares e auscultadores completam o ‘círculo’ de som em alta resolução da Sony.

O gira-discos consegue exportar no formato proprietário da Sony DSD (Direct Stream Digital), mas também em ficheiros WAV de 24-bit. Mais do que um produto de massas, é um equipamento destinado aos audiófilos e a todos os que valorizam uma qualidade de som muito acima da média.

Rui da Rocha Ferreira

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