Desde finais de 2019 que há indicação da existência de uma pequena fuga de ar na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) que acelerou a partir de agosto último e que levou a tripulação a conduzir uma série de testes, que envolveram o fecho de escotilhas entre secções, para que fosse possível verificar a pressão do ar em cada uma.

A agência espacial norte-americana revelou agora que os testes realizados indicam que a origem do problema está no compartimento de trabalho do módulo Zvezda, gerido pela Roscosmos. A origem exata da fuga, no entanto, ainda não foi identificada, por isso a investigação vai continuar. "Estão em curso trabalhos adicionais para localizar com precisão a origem da fuga", refere a NASA em comunicado.

O módulo de serviço Zvezda dispõe de alojamento, juntamente com sistemas de suporte de vida e comunicações, entre outros sistemas.

A agência espacial norte-americana sublinha que a fuga de ar não representa um perigo imediato para a tripulação da ISS, embora o problema possa ser mais habitual do que parecia à primeira vista.

O tamanho da fuga identificada durante a noite de segunda-feira terá ficado a dever-se a uma mudança temporária na temperatura a bordo da estação, refere a NASA, acrescentando que, no geral, a taxa de fuga de ar permanece inalterada.

Embora continue a ser analisado, o problema não deverá causar grande transtorno no calendário de atividade da ISS, que nos próximos dias será bastante dinâmico. A estação espacial aguarda uma nova entrega de carga, bem como uma nova tripulação de astronautas e cosmonautas.

Recorde-se que a SpaceX também tem previsto o lançamento da missão First Crew Dragon, no final de outubro.

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