A China deu como bem-sucedida a sua missão a Marte, que está neste momento em curso, e para celebrar divulgou mais imagens, capturadas pelo rover Zhurong. 

Uma das fotos é uma selfie do rover e da plataforma de posicionamento do robot. Foi tirada com uma câmara wireless que foi posicionada alguns metros à frente. Há também uma foto apenas da plataforma, que permite ver em detalhe a rampa de subida e descida do rover e as marcas que deixa no solo quando se posiciona para começar a mover-se. 

Numa outra imagem, mostra-se a paisagem da região conhecida como Utopia Planitia que, como o nome indica e a imagem mostra, é uma extensa planície do planeta vermelho. 

O Zhurong pesa 240 Kg e tem 3 metros de altura. Atinge uma velocidade máxima de 200 metros por hora e pode superar obstáculos até 30 centímetros, ou subir encostas com uma inclinação até 20 graus.

Integra várias câmaras e um conjunto de instrumentos para recolher amostras que permitam conhecer melhor as características do planeta. Integra também um radar para tentar identificar vestígios de água no subsolo e um laser para cortar pedaços de rocha e recolher dados para analisar detalhes da sua constituição.   

Nesta galeria pode ver mais uma foto, recolhida por uma câmara na órbita de Marte, que é da Universidade do Arizona. É uma imagem a cores com dois pontinhos azuis ao centro, que mostram o Zhurong no solo. 

O rover chinês iniciou a missão de exploração a Marte no final de maio, uma semana depois de ter pousado no planeta, a bordo da sonda que o transportou e desde então já partilhou várias fotos. 

Entre as primeiras imagens enviadas para Terra, pudemos ver uma imagem a cores, recolhida pela câmara de navegação instalada na traseira do Zhurong, que exibia parte dos painéis solares e do sistema de comunicações do rover. 

Numa foto a preto e branco, recolhida por outra câmara, que tem como função ajudar a evitar obstáculos no percurso e que está instalada na parte da frente do rover, via-se também parte do planeta e a rampa de descida do lander.

A missão chinesa tem uma duração prevista de 90 dias marcianos (cerca de três meses terrestres), durante os quais vai transmitir imagens tridimensionais de alta resolução, fazendo uso de uma sonda situada na órbita do planeta. 

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