A Amazon juntou-se finalmente ao grupo das grandes tecnológicas que oferecem modelos de IA generativa. Alexa Plus é o nome do modelo e à semelhança dos seus pares, como o Gemini da Google, Copilot da Microsoft ou ChatGPT da OpenAI, pode interagir com a IA através de uma conversação normal.

Nesse sentido, pode fazer compras ou enviar convites a amigos de forma simples falando com o assistente. Uma das suas características é a memória a longo prazo, podendo guardar informações pessoais do utilizador, tais como preferências ou tipo de alimentação. E para começar a interagir com a IA basta dizer “Alexa” como é habitual nos produtos que já suportavam o assistente inteligente.

Outras capacidades do modelo é a visão, podendo analisar imagens. O assistente pode acompanhar coisas que tenha na agenda, por exemplo, manter ao corrente da disponibilidade de bilhetes de um evento que quer assistir ou falar de negócios locais e fazer reservas em restaurantes, aponta o The Verge. Pode ser utilizado como ferramenta de estudo, por exemplo, lê um documento ou livro e fazer perguntas para testar as respostas do utilizador.

Apesar de ganhar os “superpoderes” da inteligência artificial, a Amazon diz que as tarefas anteriores mantêm-se, incluindo ligar luzes em casa e interações com os equipamentos. Mas agora consegue aprender com as rotinas dos utilizadores e agir perante as suas necessidades. Por exemplo, ao interagir com uma coluna inteligente pode pedir para procurar temas baseados no seu gosto pessoal. Ou pedir, quando está a assistir a um filme no Prime, que salte para determinada cena.

Existem utilizações avançadas, tais como perguntar ao sistema se alguém levou o cão a passear e com base nos registos das câmaras inteligentes da casa, o sistema responde se foi ou não.