São 600 milhões de computadores Windows que estão em uso e já têm mais de cinco anos. A questão é que para a Apple parece apenas contar o factor ‘idade’ e não outros elementos como desempenho, durabilidade e até falta de condições para fazer uma atualização.

Ontem, 21 de março, durante a apresentação do novo iPad Pro, Phil Schiller disse o seguinte:

“Os computadores Windows foram originalmente concebidos antes de haver Internet, antes de haver social media, antes de haver lojas de aplicações e esta é uma estatística fantástica: existem mais de 600 milhões de PCs ativos e que têm mais de cinco anos. Isto é mesmo triste. É mesmo”.

Se o diretor de marketing da Apple achou estar a fazer aquilo que lhe compete - marketing para os produtos da marca da maçã -, outros executivos da tecnológica parecem ter adivinhado logo o que seguiria. A imagem fala por si:

 

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Mas adivinharam o quê? A reação dos internautas e de alguns meios de comunicação às declarações de Phil Schiller. Não caíram bem porque passam uma imagem acima de tudo comercial e pouco contextualizada relativamente a algumas realidades: há mercados, como a América Latina, onde devido ao baixo nível de vida as pessoas só compram computadores novos a cada 9 anos.

A própria Apple ainda tem utilizadores com o primeiro iPad e este ano terá utilizadores com o iPhone 4s que vai fazer cinco anos de mercado. Tristeza a caminho?

Tudo para dizer que a Apple posiciona o novo iPad Pro como ideal para os consumidores Windows que procuram uma solução de mobilidade sem comprometer desempenho de processamento e também gráfico. O preço do tablet em Portugal começa nos 699 euros.

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