O estudo foi realizado por uma auditoria independente depois de há sete meses atrás alguns deputados terem apresentado uma queixa afirmando que as mensagens de correio electrónico e os sites consultados na Assembleia da República eram vigiados.
A notícia é hoje avançada pelo Jornal Público e cita o presidente do conselho de Administração da AR, José Lello. Segundo a mesma fonte, o estudo conclui que "não há nenhuma situação de intrusão de confidencialidade" e que "o sistema informático é seguro e tem muitos garantismos".
A secretaria geral já terá posto em prática algumas das recomendações do relatório que são "meramente técnicos", disse José Lello ao mesmo jornal.
O relatório foi pedido ao Instituto Superior Técnico e o seu teor não deverá ser discutido em conselho de administração.
O jornal diz ainda que o relatório da auditoria parece não tranquilizar os parlamentares e cita um deputado que não se quis identificar que afirma que "é uma vergonha que quando acedo ao meu webmail num órgão de soberania me apareça uma mensagem a dizer que estou a ir para uma ligação não segura". O mesmo acusa ainda a falta de backups do sistema para salvaguardar a informação.
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