O conselho e avaliação são deixados pela Ovum, no seu mais recente relatório Security 2014 Trends to Watch, onde antecipa um aumento continuado do volume de ataques, cada vez mais apurados, colocando em risco sistemas e dados, sem que nenhuma empresa possa considerar-se imune.
Entre as tendências antecipadas, a consultora aponta para a necessidade de existir uma postura mais proativa em matéria de cibersegurança, no lugar da normal postura defensiva "estática", nomeadamente definindo prioridades e ações a realizar perante determinadas ameaças.
Nem todas as organizações terão orçamento ou recursos para adotar todos os requisitos exigidos, sendo de esperar um crescimento das soluções de security-as-a-service, refere a Ovum.
A necessidade de melhorar a capacidade de resposta é provocada pelas exigências operacionais, incluindo o uso de tecnologia que torna a informação de negócio automaticamente disponível e consequentemente mais vulnerável a ciberataques.
A consultora considera também que a utilização crescente do cloud computing, da mobilidade e do multidevice está a acrescentar complexidade à segurança, principalmente na área da gestão de identidade.
As últimas recomendações do relatório apontam para o ganho de vantagens competitivas na gestão da segurança com a utilização de estratégias baseadas em big data ou analítica.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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