No mês passado, Leo Apotheker, o novo presidente executivo da HP, detalhou uma nova visão estratégia para o grupo, que pretende juntar às áreas mais tradicionais, como as infra-estruturas, uma aposta cada vez mais focada nas aplicações e do software.



As primeiras orientações mais específicas do novo posicionamento da marca começam agora a ser conhecidas, com o detalhe das primeiras ofertas e uma reorganização interna que pretende reorganizar um leque de soluções que já existiam no grupo, mas eram fornecidas pontualmente e a pedido, sem estarem organizadas como área de negócio, como se pretende fazer agora.



Em Madrid, a HP promoveu ontem um evento ibérico onde detalhou os primeiros produtos de uma nova geração de ofertas, centradas na transformação e modernização de aplicações.



Neste leque inserem-se propostas como o HP Application Management, um serviço contratado online (SaaS) que promete identificar o portfólio completo de aplicações de uma empresa e identificar oportunidades de racionalização. Um serviço de transformação de aplicações para a cloud, que promete ajudar as empresas a adequar as aplicações que devem migrar para a nuvem, definindo um plano de transformação e avaliando os custos e o esforço desta migração por aplicação, foi outra ferramenta apresentada pela empresa.



Da lista de novos produtos - um total de sete - constam ainda soluções para transformar a carteira de aplicações do posto informático cliente; para a área da segurança, automatização de serviços na nuvem; serviços Exchange para nuvem privada ou serviços na nuvem para Microsoft Dynamics.



A gestão desta nova área de negócio da HP é feita a nível ibérico por um responsável que acaba de entrar na companhia - Francisco Armesto, até há algumas semanas director-geral de aplicações para Portugal e Espanha na Oracle. Sem fornecer grandes detalhes, o responsável admitiu na apresentação ter planos para um reforço importante da equipa de suporte às novas ofertas. O grande objectivo é aumentar a quota de mercado nesta área.



Os produtos que a HP apresentou e que depois do Verão devem ganhar mais espaço na oferta do grupo, conforme já admitiu o CEO da HP numa entrevista, procuram responder a um conceito de empresa Instant-On.



Vão ser fornecidos ao mercado numa lógica de articulação com a rede de parceiros, garante a empresa, que promete reduções de 50 por cento na carteira de aplicações, ou até 70 por cento no custo de manutenção de aplicações.



Antes de avançar com o primeiro leque de propostas comerciais para a transformação de aplicações, a HP fez um estudo junto dos clientes, através do qual apurou que 95 por cento das organizações consideram a inovação muito importante.



Nesse contexto, a maioria posiciona os investimentos em aplicações e software mais flexível como os mais relevantes, detalhou Manuel Rubio, responsável pela área de desenvolvimento de negócio SOA e aplicacional da HP EMEA, que teve a seu cargo a apresentação. O conceito de empresa Instant-On tem por base algumas das conclusões deste estudo.

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