A computação transparente só é possível se existir de um ecossistema de desenvolvimento aberto, no qual os programadores escrevem o código a executar em vários ambientes e dispositivos, diminuindo os custos e a exigência técnica que esse tipo de tarefas hoje representa para quem as realiza.



A visão foi partilhada por Renée James, vice-presidente sénior da Intel, na conferência de programadores da fabricante, que hoje termina nos Estados Unidos. Para a responsável os programadores estão hoje divididos entre a inovação e a rentabilidade, evitando ultrapassar barreiras que os fabricantes têm demonstrado pouca vontade de quebrar e que eliminariam as divisões entre plataformas.



A Intel assegura que do seu lado quer manter-se um ator ativo na promoção de um ecossistema aberto e elege o HTML5 como a solução para o desafio multiplataforma, que ajudará a ultrapassar os constrangimentos atuais a estratégias mais transversais de desenvolvimento. Também sublinha que o HTML5 só pode assegurar esse papel se a implementação da tecnologia se mantiver aberta como até aqui e apela a isso.



A fabricante sublinhou ainda, através da apresentação da vice-presidente que a aposta da indústria num caminho que facilite as estratégias multiplataforma não é apenas útil para programadores, mas também para os consumidores, que poderão ver os "seus dados, aplicações e identidade transitarem facilmente de um sistema operativo ou ambiente de dispositivo para outro".



Ainda no que se refere ao HTML5, foi ainda anunciado que a Intel e a Mozilla estão a trabalhar em conjunto na implementação original da tecnologia River Trail, que já está disponível para download como plug-in, mas que passará a ser integrada de origem no Firefox a partir do próximo ano.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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