Pela oitava vez a IBM faz uso da sua experiência e dos projetos que desenvolve na área tecnológica para prever quais as inovações que nos próximos cinco anos vão conseguir mudar a forma como as pessoas vivem o quotidiano, a forma como trabalham e como se relacionam entre si.

Este ano a aposta da gigante norte-americana vai para a capacidade cognitiva que as máquinas terão no futuro, isto é, a capacidade que vão ter em aprender com os hábitos e com as ações dos utilizadores. O big data e o cloud computing já vão estar numa fase de maturação em 2018, o que ajudará a desenvolver ferramentas mais inteligentes.

"Uma nova era de computação cognitiva vai levar-nos a descobertas que aumentem as capacidades humanas, possibilitem tomar melhores decisões e que nos ajudem a viver no nosso mundo através de novas e mais poderosas formas", escreve a tecnológica em comunicado.

Ficam as cinco tendências IBM 5in5:

A sala de aula irá aprender com os alunos

A IBM acredita que dentro de cinco anos vai haver ensino personalizado, à medida de cada estudante. Os resultados dos testes, a assiduidade e o comportamento do aluno estão entre os dados que podem vir a ser analisados para endereçar conteúdos específicos para cada um. Na sala de aula do futuro o professor será apoiado por ferramentas de e-learning com o objetivo de potenciar as competências de cada aluno e dos seus objetivos pessoais. Identificar comportamentos de risco e sugerir métodos de ensino alternativos é outra das inovações previstas para o curto prazo.

As compras nas lojas tradicionais vão superar as compras online

Na perspetiva da gigante norte-americana a tecnologia vai evoluir de forma a permitir que as lojas físicas proporcionem experiências diferenciadoras e mais completas aos consumidores. Uso de realidade aumentada para testar produtos ou peças de vestuário, uso de aplicações móveis para que os lojistas tenham um perfil mais preciso dos consumidores e sistemas de entrega descentralizados são alguns dos cenários traçados pela IBM.

Os médicos vão usar o nosso ADN para promover a saúde de cada um de nós

Prevê-se que nos próximos cinco anos o diagnóstico de doenças seja mais rápido e preciso, ajudando a personalizar os tratamentos tendo em conta o perfil de cada doente. “Computadores inteligentes conseguirão então gerar o sequenciamento completo do genoma de qualquer pessoa, e, a partir de grandes repositórios de dados e publicações médicas, indicar rapidamente que tratamentos específicos podem ser aplicados”, refere a tecnológica em comunicado.

Todos teremos o nosso próprio guarda-costas digital

Este cenário não é difícil de imaginar, sobretudo tendo em conta o aumento que tem havido no número e sofisticação de ameaças. Cada utilizador terá a sua própria muralha defensiva que será adaptada aos respetivos hábitos de consumo, em todos os dispositivos. A IBM prevê que este guarda-costas digital possa ser “afinado” em termos de privacidade por cada um.

A cidade vai ajudar-nos a viver melhor

De todos este parece ser o cenário que já está mais próximo da concretização. “Dentro em breve, as cidades vão ter a capacidade de nos ouvir e de falar connosco em tempo real”, diz a IBM. Como? Através de plataformas e aplicações que permitam evitar o transito dentro da cidade, ver onde há estacionamento pago e gratuito, notificar quando o utilizador está perto de um lugar que corresponde ao seu perfil de interesse e permitir a comunicação em tempo real de problemas que estejam a afetar a cidade.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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