O mercado português da informática de consumo vai contrariar a tendência de crescimento verificada noutros países e registar uma quebra nas intenções de compra em redor dos 46%, diz a Cetelem.

As previsões são feitas no Caderno de Mercados do Observador Cetelem 2011, que aponta para uma descida de 10 pontos percentuais entre 2010 e 2011, de 22% para os 12%.

Mesmo com as intenções de compra em queda, Portugal consegue manter-se no pódio dos países com maior consumo de bens informáticos em 2010, quando comparadas famílias com rendimentos equivalentes, nota o relatório.

Com um crescimento de 2,4% em 2010, Portugal encontra-se na terceira posição num conjunto de 13 países, tendo à sua frente a França e a Espanha.

No que pode ser encarado como uma tentativa para compensar a diminuição das vendas, fabricantes e distribuidores têm apostado em campanhas agressivas de descontos, promoções e ofertas. Para além disso, manifestam o interesse em reforçar o mercado português, ainda em 2011, com a introdução dos tablets, das mais variadas marcas, refere ainda a Cetelem.

As previsões do Observador Cetelem baseiam-se em sondagens online feitas em Dezembro de 2010 em 12 países além de Portugal: Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Hungria, Itália, Polónia, República Checa, Roménia, Reino Unido, Rússia e Eslováquia. No total foram inquiridos mais de 8.700 europeus, com amostras de pelo menos 500 indivíduos por país.

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