No final do ano passado existiam 2,240 milhões de utilizadores a viverem em casas onde existiam consolas de jogos, ou seja, 26,9 por cento do universo composto pelos residentes em Portugal continental com mais de 14 anos.




Analisando os dados da Marktest verifica-se que este número é representa um aumento de 6,4 por cento face aos números de 2004.




A distribuição da taxa de penetração do produto face à variante idade indica que é nos lares onde moram adolescentes inseridos na faixa etária 15-17 anos que se verifica maior tendência para encontrar uma consola (57,2 por cento). Em residências onde habitam indivíduos com idades compreendidas entre os 35 e os 44 anos a taxa de penetração do produto é de 41 por cento, a segunda mais alta da tabela.




Os números da Marktest indicam ainda que é junto das classes sociais mais altas que se verifica maior tendência para a presença de uma consola nos lares: 36,6 por cento dos lares da classe alta e média alta. Por outro lado, apenas 11,5 por cento dos indivíduos da classe baixa estão nas mesmas condições.




Se for tida em conta a ocupação dos inquiridos verifica-se que os estudantes são os que mais possuem consola - 47,5 por cento dos elementos deste grupo - em contraste com o valor registado junto de reformados e pensionistas: 10 por cento.




O Porto é a região onde se regista uma maior incidência de consolas nos lares (33,9 por cento). Lisboa e o Litoral Centro ocupam, respectivamente, os lugares seguintes da tabela com uma taxa de penetração de 32 por cento e 29,4 por cento.




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