Acima da poupança de custos está uma manifesta necessidade de melhorar níveis de serviços, garantem 69 por cento das empresas que investem em centros de serviços partilhados. O número foi apresentada esta manhã pela SAP num evento que discute o tema e apresenta casos de sucesso nacionais.



Paulo Coelho, responsável da área, partilhou um conjunto de dados de várias fontes que caracterizam a realidade em torno dos centros de serviços partilhados, uma opção para um número crescente de empresas, incluindo 70 por cento das que compõem a lista Fortune 500.



Os dados revelam que depois da intenção de melhorar a qualidade de serviço, as empresas se preocupam com as poupanças de custos administrativos, a redução de custos com pessoal e com a redução de funções duplicadas, por esta ordem. Motivações como a implementação de uma plataforma flexível, que permita acompanhar o crescimento da organização, ou a redistribuição de recursos pela empresa, também são consideradas, mas em menor escala.



Dados apresentados pela empresa mostram ainda que mais de um quarto das empresas com centros de serviços partilhados admite poupanças entre os 20 e os 30 por cento. Mais de metade das empresas reconhece que as poupanças resultam sobretudo da eliminação de redundâncias e da reengenharia de processos inerente à operacionalização de um centro de serviços partilhados.



Entre os factores apontados para o fracasso de operações de partilha de serviços a SAP sublinha a falta de suporte da gestão de topo, pouco enfoque da estrutura no cliente ou falta de uma verdadeira reengenharia de processos, substituída por uma simples centralização de serviços.



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