A organização de defesa do consumidor finlandesa fez a acusação em 2016 e obteve agora um mea culpa da Microsoft. A entidade considerou que a mensagem “Get Windows 10”, que também ficou conhecida apenas pela sigla GWX, violava as leis de consumo na Finlândia, assim como podia ser considerada uma ferramenta de marketing direto.

Na altura do lançamento do Windows 10, a polémica estendeu-se a várias partes do mundo, com inúmeras queixas dos utilizadores sobre o caráter “agressivo” do convite, o que levou a empresa norte-americana a rever os procedimentos.

As mudanças incluíram um agendamento mais claro e fácil ou recusa da atualização gratuita para aqueles que usavam o Windows 7 e 8. Também foi alterada a ação de resposta ao clicar no X, um dos aspectos que mais burburinho causou, já que iniciava imediatamente o update, em vez de o dispensar.

A situação na Finlândia prevê igualmente que a Microsoft não “force” qualquer tipo de instalação nos computadores sem o consentimentos dos utilizadores. A gigante de Redmond compromete-se a proporcionar toda a informação necessária sobre atualizações e instalações de hardware e, logo, a aguardar pela autorização explicita do utilizador para fazer a atualização.

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