Com o lançamento de novas versões do Windows e a preparação do novo Office, a Microsoft está também a reforçar as medidas de combate à pirataria de software, aliando novos sistemas de controle a acções policiais e também formação.
Embora globalmente o nível de pirataria de software não esteja a crescer significativamente, em alguns países o uso de software ilegal disparou, fazendo com que as taxas se fixem agora em 41%, mostra o relatório da BSA.
A Microsoft garante também que a preocupação dos utilizadores relativamente à legalidade do sistema operativo e das aplicações está a aumentar e, só nos últimos dois anos, as denúncias recebidas pela empresa mais do que duplicaram, atingindo agora as 150 mil queixas. A preocupação com a existência de malware em software pirateado é uma das razões que levam a estas denúncias e que são a base da grande maioria das acções legais da empresa de Redmond.
Um estudo realizado pelo Harrison Group revela que as empresas que usam software ilegal têm 73% mais hipóteses de vir a sofrer perdas de dados e falhas críticas.
A empresa reforçou os sistemas de protecção do seu software com o Windows 7, que tem um processo de activação e validação do produto melhorado em relação ao Windows Vista e criou nove laboratórios de análise de identificação de produtos para detectar cópias falsas.
Ontem a Microsoft lançou também iniciativas educativas em mais de 70 países tentando combater a proliferação do software ilegal, que passam também por campanhas de informação no site How to Tell.
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