Chama-se Isaac, foi desenvolvida pela Enterasys e agora apresentada ao mercado português, e permite às equipas de TI gerirem a rede através de serviços de social media como o Twitter, Salesforce Chatter, LinkedIn e Facebook.



Graças a esta tecnologia, as máquinas poderão "juntar-se" às redes sociais actuais, com a capacidade de comunicarem o seu estado e receberem instruções de um administrador.



A Enterasys defende que esta nova tecnologia reduz o tempo de diagnóstico e de resolução de problemas, uma vez que a monitorização pode passar a ser feita em tempo real e as intervenções realizadas utilizando qualquer dispositivo móvel e os interfaces familiares das redes sociais.



Tentando dar resposta às principais tendências de mercado, a Enterasys lançou também a BYOD - Bring Your Own Device, uma solução para a integração de dispositivos móveis extra-empresa, ou seja, propriedade dos funcionários e não da organização, uma realidade cada vez mais comum.



Com a BYOD, as empresas podem disponibilizar ligação à rede corporativa a este parque de dispositivos móveis, controlando o acesso, os recursos de rede aos quais é possível aceder, assim como monitorizar o estado de segurança do terminal ligado, antes, durante e depois da sua ligação.



Detecção do tipo de dispositivo, autenticação e avaliação são algumas das funcionalidades que esta solução oferece. "Uma característica diferenciadora da solução da Enterasys é a sua capacidade para atribuir políticas a toda a rede, quer na LAN, quer na WLAN, assim como definir o tipo de regras que podem ser atribuídas", notam os responsáveis da empresa.



Objectivos quase cumpridos


Resultados finais só mesmo em Outubro, depois de terminado o ano fiscal, mas por enquanto Paulo Lopes, director-geral da Enterasys em Portugal, garante que o negócio está a correr dentro do previsto, mantendo-se os objectivos iniciais.



"Nos últimos meses inclusive assistimos a uma aceleração interessante no mercado, face ao registado em 2010. Penso que vamos conseguir atingir os nossos objectivos e crescer dois dígitos".



Em Março, na apresentação dos resultados de 2010 da empresa em Portugal, o responsável fez uma análise cautelosa para este ano, tendo em conta factores como a esperada redução dos orçamentos na Administração Pública, a par do sector privado.



Apesar disso, Paulo Lopes mostrava-se optimista, referindo que existirão sempre oportunidades de negócio, nomeadamente relacionados com actualizações tecnológicas, com o objectivo de reduzir custos de operação e obter retorno do investimento em prazos mais reduzidos.

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