Há quase quatro anos atrás foi com o portátil Magalhães, e o acordo com o Governo de Sócrates para o programa e-escolinha, que a JP Sá Couto se tornou conhecida, mas a empresa quer continuar a renovar-se e acaba de lançar um novo tablet para crianças, que recebeu o nome MGT1 e se destina a utilizadores a partir dos 3 anos. Preços e datas de lançamento ainda não foram revelados.

O modelo foi apresentado esta tarde em conferência de imprensa no Pavilhão de Portugal e tem também objetivos de internacionalização, tal como aconteceu com os modelos portáteis que já marcam presença na América Latina e em África.

A par do novo tablet a JP Sá Couto renovou também os modelos portáteis, com dois novos equipamentos, um em formato "tradicional" e outro convertível em tablet, com estilete, semelhante aos novos conceitos Classmate da Intel, nos quais as várias versões do Magalhães se inspiram.

O MG4 e o MG4C, os novos portáteis, vão ser distribuídos nos mercados nacional e internacional, mas desta vez não há nenhum acordo que garanta uma distribuição massiva em Portugal.

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O tablet vai pela primeira vez abarcar um novo segmento de utilizadores, a partir dos 3 anos, e a empresa garante que é seguro, fiável e ergonómico e portátil, apresentando uma simensão semelhante à de um livro.

O tablet dispõe de ligações Bluetooth e Wi-Fi e está também preparado para 3G, facilitando o acesso à rede escolar e o acesso a sítios Web e vídeos educativos online. O MGT1 traz ainda uma dupla webcam, com uma câmara frontal de 0.3MP e uma câmara traseira de 2MP, que permitem fazer videoconferência ou capturar vídeo e fotografia.

Segundo a empresa, o primeiro tablet da gama Magalhães inclui funcionalidades de segurança tais como autenticação, proteção de materiais e dados arquivados e comunicação segura.

MG4C
Assegurar a robustez e segurança são também as principais preocupações no que respeita à conceção do MG4C, o notebook híbrido com ecrã tátil rotativo, que também pode ser usado como tablet. Comercializado na companhia de um estilete - a partir de data e preço ainda por anunciar - vem equipado com aplicações como a "note taking SW", que permite praticar no computador a escrita manual.

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Novidade é também o leitor de ebooks, e o ecrã que gira até 270º facilitando, por exemplo, a captura de vídeos e fotografias. Foram ainda melhoradas as características em matéria de resistência e a fabricante garante que resiste a quedas de alturas superiores a 80 centímetros. Teclado, rato e toda a superfície em redor apresentam agora uma resistência a derrames de líquidos até 200 cc, acrescenta a marca.

MG4
Quem também ganhou uma câmara rotativa (270º) foi o modelo standard do Magalhães, agora designado MG4, que assim passa a poder captar fotografias e vídeos sem necessidade de ajustar a posição do computador.

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Vem equipado com a habitual alça a tiracolo e com um sensor de luz que adapta o brilho do ecrã à luminosidade do espaço onde está a ser utilizado, "garantindo a qualidade da imagem e preservando a visão do utilizador, com poupança de energia", destaca a fabricante. Em matéria de robustez, são dadas as mesmas garantias que para o MG4C.

Recorde-se que os portáteis Magalhães estão a ser utilizados em vários países no âmbito de programas educativos semelhantes ao e-escolinhas, mesmo que com outro nome e fabricados localmente, como acontece na Argentina.

Em Portugal o Governo rescindiu recentemente um contrato que tinha sido assinado em Março do ano passado com a empresa para a apoiar o desenvolvimento de uma nova fábrica em Matosinhos.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Fátima Caçador

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