O novo sistema, que só deverá entrar em funcionamento em 2020, assenta num Programa de Registo de Viajantes e um Sistema de Entrada/Saída. A intenção é simplificar os procedimentos para os viajantes oriundos de países terceiros nas fronteiras externas do espaço Schengen, escreve o jornal Público.

Atualmente, para entrar na União Europeia, um cidadão de fora do Espaço Schengen tem de ter um documento de viagem válido; um visto, se tal for exigido ao seu país de origem; ser capaz de justificar a sua viagem e dispor de meios para subsistir enquanto ela durar; não pode ter ordem de não admissão, nem ser considerado uma ameaça.

Com o novo sistema de "fronteiras inteligentes" qualquer viajante poderá pedir para se registar antecipadamente e será então sujeito a uma triagem. Aqueles que forem aceites no programa poderão, depois, passar pelos sistemas automatizados de controlo fronteiriço (portas automáticas) nos principais pontos de fronteiras.

Desta forma, as pessoas não perderão tanto tempo nas filas e os guardas de fronteira terão mais tempo para averiguar suspeitas, refere o artigo. Além disso, a União Europeia terá informação sólida sobre os locais e as datas de entrada e saída de passageiros.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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