Os dados são da Toshiba e indicam ainda que 2013 foi um ano atípico, com os primeiros nove meses a registarem alguma instabilidade na procura de equipamentos, recuperada no final do Verão.

"O último trimestre de 2013, nomeadamente o Natal, foi bastante positivo. Muito melhor do que em 2012, embora não o suficiente para alavancar os valores do ano inteiro", referiu Jorge Borges durante a apresentação de resultados, esta manhã.

Excluindo netbooks, a compra de portáteis chegou mesmo a registar um crescimento, apesar de ligeiro (3%), acrescentou o diretor de marketing ibérico da Toshiba.

Os equipamentos "muito finos e muito leves" continuam a ganhar mercado, tendo representado 21% das vendas realizadas durante o ano passado. O touch também tem, crescido entre os portáteis, embora com uma representatividade de apenas 5%, essencialmente através dos formatos híbridos.

Numa análise por canal de distribuição, a queda da compra de equipamentos portáteis no segmento de consumo foi de 6% e de 9% no segmento empresarial.

Relativamente aos tablets, em 2013 os portugueses compraram 760 mil unidades, o que equivale a um crescimento de 134% face ao ano anterior

Embora a quantidade de tablets vendidos tenha ultrapassado a de portáteis, em valor o maior peso permanece com os computadores, com uma representatividade acima dos 70%.

Embora a quantidade de tablets vendidos tenha ultrapassado a de portáteis, em valor o maior peso permanece com os computadores, com uma representatividade acima dos 70%. "Até porque o preço médio dos portáteis subiu e o dos tablets desceu, sendo atualmente um terço do valor dos portáteis".

Somando computadores portáteis e tablets, o mercado continua a crescer, indica a Toshiba, referindo que em 2013 deverão ter sido vendidos 1,3 milhões de equipamentos, 42% acima dos valores registados em 2012.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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