Num relatório apresentado no Banco Mundial, o grupo de trabalho Open ePolicy, constituído por 13 países, aconselha as nações e empresas a adoptarem padrões abertos de tecnologia como um passo vital para acelerar o crescimento económico, a eficiência e a inovação. O relatório de 33 páginas visa criar recomendações governamentais para uso de tecnologia aberta e surge numa altura em que vários países procuram medidas para reduzir a dependência dos fabricantes de software, nomeadamente a Microsoft.

"O open-source não define uma informação aberta e o ecossistema de tecnologia de comunicações, mas pode ser um elemento importante de transformação", revela o relatório.

A Microsoft tem sido alvo várias acusações e o Centro de Berkman procurou o apoio da IBM e Oracle, duas rivais da Microsoft que apoiam o Linux.

Alguns países pretendem ir mais longe promovendo a adopção de formatos abertos para aplicações de criação de documentos, folhas de cálculo e apresentações, que são alternativas aos formatos da Microsoft para seus programas dominantes de área de trabalho, como o Word, Excel e Powerpoint.

A Microsoft reagiu e disse que os padrões para a partilha de dados são uma boa ideia, mas "não acreditamos que a proposta para um único formato seja a melhor solução para alcançar estas metas". Charles Nesson, fundador do Centro de Berkman, disse que o relatório visa fazer um "caso racional de negócio para ter uma base de padrões de tecnologia aberta".

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