A polícia de Chicago, nos EUA, começou a usar um sistema de reconhecimento facial em 2013. E um ano depois o software fez a sua primeira “vítima”, ao fazer um cruzamento de imagens para identificar o suspeito. O indivíduo foi captado em imagens em dois momentos de roubo, fotografias que foram cruzadas com a base de dados da polícia norte-americana.
Como Pierre Martin, o condenado, já tinha antecedentes criminais, o software conseguiu fazer uma correspondência entre as imagens. O procurador do caso admitiu que sem a ajuda do software, possivelmente o criminoso sairia impune como acontece tantas vezes, por incapacidade de identificação.
A ferramenta de reconhecimento indicou Pierre Martin como correspondência número um, algo que viria a ser atestado pelas vítimas e outras testemunhas do roubo. A tecnologia usada pertence à empresa NeoFace, revela o Sun Times.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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