Steve Jobs faleceu esta quarta-feira. O carismático líder da Apple lutava, há alguns anos, contra um cancro no pâncreas, doença que o levou a abandonar, em agosto, a presidência executiva da empresa que fundou em 1976 e ajudou a transformar numa das mais valiosas do mundo.

Numa nota publicada na homepage do site, a Apple lamenta a perda de um visionário e de um génio criativo, e declara que o mundo perdeu “um humano extraordinário”.

“Aqueles que tiveram o prazer de conhecer e trabalhar com Steve perderam um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que somente ele pôde erguer e o seu espírito será para sempre a essência da Apple”, pode ler-se online.

Nascido em 1955, Steve Jobs teve o seu primeiro momento de glória na história da informática com o lançamento do Apple II. Nos anos 80 foi obrigado pelos acionistas a afastar-se da empresa, mas regressou em 1996 e desde aí somou vários sucessos. O primeiro foi em 1998 com o lançamento do iMac, que vendeu 2 milhões de unidades em 12 meses.

Poucos anos mais tarde a empresa conquistava o mercado de consumo com o leitor de música iPod, provando o sucesso da estratégia ao lançar o iPhone e o iPad, dispositivos que acabaram por mudar mercado nas respetivas áreas.

Jobs tinha anunciado em agosto que iria abandonar o cargo de CEO da Apple , depois de ter estado afastado de tais responsabilidades durante alguns meses. A sucessão recaiu sobre Tim Cook, a quem coube a recente apresentação do iPhone 4S, onde Steve Jobs já não marcou presença.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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