Lançado ontem pela Sun Microsystems, a versão 5.3 da edição empresarial do software Grid Engine localiza recursos que não são rentabilizados e optimiza-os, por forma a que o cliente possa atingir maiores níveis de produtividade, usufruindo assim da potencialidade real dos sistemas de computação em grelha.

Segundo uma notícia veículada pela C|NET, o software Grid Engine da Sun já funciona em mais de cinco mil grelhas instaladas, das quais duas mil foram instaladas nos últimos sete meses. Entre os seus clientes encontram-se a Ford, a empresa de biotecnologia Cognigen USA e a Universidade inglesa de Durham.

A empresa está a distribuir a edição do Grid Engine de gama baixa gratuitamente e abriu o seu código de fonte, permitindo que qualquer pessoa possa modificá-lo e redistribui-lo. A edição empresarial de gama alta que consegue ligar pequenas grelhas, pelo contrário, já não é gratuita. A versão para cinquenta processadores custa vinte mil dólares (21.148 euros) e se o apoio ao cliente for feito pela Sun acrescerá a este preço vinte a vinte cinco por cento dessa quantia.

Este software foi desenvolvido para Solaris e Linux, mas porque o seu código fonte é aberto, existem outras versões para sistemas Unix, incluindo o HP-UX, o Irix da Silicon Graphics, o AIX da IBM e o Tru64 Unix da HP.



Dos projectos de computação em grelha que a Sun conhece, cerca de cinquenta por cento das grelhas correm em redes de máquinas Solaris, vinte cinco por cento em Linux e outras vinte cinco por cento nos dois tipos de computadores.

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