(actualizada)

A TMN já entregou 80 mil portáteis no âmbito do programa e-escolas, a iniciativa inserida no plano de combate à iliteracia digital promovida pelo Governo. A operadora contabiliza um total de 125 mil adesões de alunos e professores ao programa.



A operadora realizou hoje, em conjunto com a Fujitsu Siemens, um evento para assinalar a entrega de 50 mil portáteis daquele fabricante, sendo que os restantes 30 mil que já estão na posse de alunos e professores vieram de outras marcas integradas na oferta da TMN, como a Toshiba e a HP.



No evento Zeinal Bava, presidente do Conselho de Administração da TMN, afirma que com os 80 mil notebooks entregues até agora "está praticamente cumprida a meta dos 100 mil portáteis no primeiro ano".



Também Paulo Campos, secretário de Estado das Comunicações, considera que o programa é claramente vencedor, afirmando que "os numeros falam por si com a TMN a destacar-se", já que tem uma quota de entrega de 80 por cento dos portáteis desta iniciativa.


Quanto às outras duas operadoras envolvidas no projecto, o TeK sabe que a Optimus já conta com 25 mil beneficiários do projecto, embora não seja claro que este número corresponde a computadores entregues.



Apesar dos números actuais da Vodafone não serem conhecidos, o objectivo do Governo é de chegar aos 600 mil portáteis entregues até final de 2009.



Até aqui, o programa e-escolas tem tido o reconhecimento da indústria pelas condições que reúne, já que facilita o acesso às novas tecnologias a todos os alunos, professores e beneficiários do programa Novas Oportunidades através das condições especiais para a aquisição de computadores com ligação de banda larga à Internet.



Em Novembro, quando a Toshiba Europa distinguiu oficialmente a iniciativa com o prémio Best European Project Award, o primeiro-ministro, José Sócrates, destacou o sucesso do programa frisando o número de pedidos e de entregas de equipamentos efectuados até aquela data.



Na altura, existiam cerca de 100 mil inscrições para a aquisição de computadores e havia sido quebrada a meta dos 40 mil equipamentos entregues. Estes valores levaram o chefe do Governo a afirmar que a grande adesão ao programa criava a esperança de o alargar "a outros âmbitos do ensino e a mais professores", um objectivo que poderá ser cumprido ainda este ano caso as condições para tal estejam reunidas, salientou Paulo Campos à margem da conferência de hoje.




Nota de Redacção [17:33] A notícia foi actualizada com informação entretanto recolhida na conferência.




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