A ala republicana apresentou ao Congresso norte-americano uma proposta legislativa para reforçar o enquadramento legal aplicável à utilização de sites de redes sociais por jovens menores em escolas e bibliotecas.



A intenção resulta de um conjunto de informação vinda a pública nos últimos tempos e dos resultados de um relatório divulgado recentemente que aponta para o facto da utilização deste tipo de sites não ser tão segura como inicialmente se pensava.



"Quando os miúdos saem de casa para ir até à escola ou à biblioteca pública e têm acesso a sites de redes sociais temos razões para estarmos preocupados", defende Mike Fitzpatrick, um dos membros do grupo republicano que esta semana entregou a proposta de lei ao Congresso, em entrevista à C|Net.



O Deleting Online Predators Act pretende limitar o acesso a sites comerciais que deixam os utilizadores criarem páginas de Internet públicas ou perfis e que disponham também de fóruns de discussão, salas de chat ou serviço de email, o que o torna bem mais abrangente que uma simples legislação contra os perigos das redes sociais.



Em resposta às críticas contra o seu posicionamento no mercado, sites como o MySpaces têm anunciado medidas que procuram criar na opinião pública um maior sentimento de segurança. A mais recente foi a alocação de 100 empregados para os serviços de segurança e apoio aos cerca de 80 milhões de clientes da empresa.



Os Estados Unidos já têm legislação para proteger os menores que acedem a sites de Internet com características interactivas desde 2000, era Bill Gates presidente dos Estados Unidos. A ser aprovada, a nova proposta legislativa endureceria fortemente os princípios alinhados no Childrens Internet Protection Act.



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