Os empregados da IBM que dêem o rosto pela empresa em mundos virtuais vão passar a estar sujeitos a um código de conduta e até a um dress code, como acontece no mundo físico.



As regras que se aplicam não apenas à representação no Second Life mas também noutros mundos virtuais, prevêem que os avatars tenham um aspecto relativamente formal, sobretudo quando reúnem com clientes da empresa e impõe um conjunto de restrições, muitas delas vigentes também no mundo físico. Um dos exemplos é não discutir propriedade intelectual com pessoas não autorizadas.



De sublinhar que a IBM é uma das empresas que tem apostado forte numa presença no Second Life e nas oportunidades de negócio que a plataforma pode gerar, contando já com 5 mil empregados neste e noutros mundos virtuais. A decisão já mereceu críticas, por se considerar que as medidas retiram espontaneidade aos avatars e à filosofia dos metaverses.



A IBM diz que a as regras pretendem funcionar como um incentivo a comportamentos éticos e para já não revela quais serão as consequências para os trabalhadores que não as cumprirem.



Entretanto a empresa mantém os incentivos aos empregados que pretendam explorar mais estes novos mundos, uma politica que a Intel - já com 150 trabalhadores virtuais - também está a seguir, como mostra o curso voluntário já anunciado para os empregados que frequentem blogs, mundos virtuais e redes sociais.



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