Entre janeiro e abril deste ano foram registados 32 mil novos endereços com domínios de topo português - .pt ou com.pt -, um valor que representa um crescimento de apenas 2% relativamente ao ano passado. Em 2013 o número total de registos ficou na casa dos 83 mil, um valor que a manter-se a tendência pode vir a ser ultrapassado este ano.



Escreve o Público que o objetivo da DNS.pt, associação privada que gere os domínios de topo portugueses, é atingir um milhão de registos de domínios até 2016, o que dá menos de dois anos para que o objetivo seja cumprido. De acordo com os números do jornal desde 1991 que já foram registados 635 mil endereços com os domínios de topo nacionais, sendo que muitos foram entretanto abandonados.



Para a presidente da entidade, Luísa Gueifão, a ideia passa por tornar mais habitual a criação de sites com domínios portugueses, numa tentativa de aproximar Portugal do que já acontece noutros países da Europa.



Em média o número de empresas criadas no serviços Empresas na Hora - e que recebem um domínio gratuito durante um ano e até espaço num servidor para alojar o site – foi de 3.200 nos primeiros quatro meses do ano, quando a média total de 2013 tinha rondado os 2.700 empresas. Ainda assim muitas empresas acabam por não usar o endereço que é atribuído de acordo com uma lista pré-definida que tem por base a designação da firma.



Apenas 5% dos endereços registados têm origem em utilizadores privados, sendo que os restantes registos são feitos por empresas, associações ou fundações.



A DNS.pt, que foi formada em 2013 depois da extinção da FCCN, faturou no ano passado dois milhões de euros, de acordo com os números avançados por Luísa Gueifão.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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