O sector dos serviços financeiros parece conseguir ter mais sucesso do que as restantes indústrias na implementação de processos de eLearning junto dos seus funcionários, segundo revelam os dados apurados pela SkillSoft numa análise recente.




Realizado junto de 16 empresas de alcance mundial - entre as quais a A&T, a Deloitte, a Lloyds TSB, a Nestlé e a Price Waterhouse Coopers -, o estudo apurou que 94 por cento dos funcionários ligados aos serviços financeiros (mais 10 por cento do que os funcionários que trabalham em outras indústrias) têm aproveitado a maioria das oportunidades que lhes são apresentadas em termos de eLearning, posteriormente aplicando as novas capacidades adquiridas online ao espaço de trabalho.




Quando inquiridos acerca do modo como aproveitavam esse conhecimentos adquiridos, quase metade da amostra (49%) afirmou que a aplicação era diária e a melhoria da forma de comunicação com os clientes e com os colegas era um dos maiores benefícios.




Já 28 por cento indicaram que aplicava as capacidades adquiridas em apresentações e projectos específicos; 11 por cento sentiram ter melhorado significativamente as suas técnicas de criação de base de dados (predominantemente em Access e Excel) e seis por cento acreditam que as acções de eLearning os ajudaram a melhorar em termos de liderança de equipa.




O pouco apoio por parte da empresa onde trabalham, a falta de conhecimento, a indisponibilidade de equipamentos e a falta de tempo e excesso de trabalho foram as várias razões apontadas como barreiras ao eLearning pelos funcionários ligados às outras indústrias abordadas no estudo da SkillSoft.




Já entre o sector dos serviços financeiros, só 11 por cento dos funcionários referem a falta de tempo e o excesso de trabalho, quando mais de metade dos inquiridos (51%)não apontam qualquer impedimento à aprendizagem online. Tal facto sugere, segundo a SkillSoft, que as suas empresas já terão resolvido a maior parte dos problemas que continuam a existir noutras indústrias.




O compromisso para com a formação é igualmente mais acentuado dentro do sector dos serviços financeiros. A criação de uma área dedicada à formação de funcionários é mais provável neste sector do que nas outras indústrias, numa diferença de 32 para 10 por cento.




Os profissionais dos serviços financeiros estão igualmente mais predispostos a abdicar do seu próprio tempo se necessário para se dedicarem ao eLearning, com 26 por cento a aproveitarem os períodos livres antes e depois do trabalho, ou durante a hora de almoço - em mais 10 por cento do que o registado nas outras indústrias - e cinco por cento a completarem a sua aprendizagem a partir da Internet de casa - quando nos outros sectores profissionais só um por cento se predispõem a tal.




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