Foi aprovada uma nova lei nos Estados Unidos que prevê o aumento das penas para aqueles que utilizem spyware com fins maliciosos. A norma indica que quem se fizer valer deste tipo de software para práticas fraudulentas deverá pagar uma multa e ser castigado com até cinco anos de prisão.
Apesar de representar um reforço à legislação anteriormente aprovada pelo governo norte-americano, a lei não inclui cláusulas que obriguem os fabricantes de software a notificar de forma clara os seus clientes quando os programas vendidos contêm spyware.
Zoe Lofgren, representante diplomática da Califórnia, e principal promotora da lei, justifica as observações referindo que a nova regra "protege os consumidores na Internet sem oprimir a inovação tecnológica", escreve a Reuters.
A norma aprovada pela Câmara dos Representantes é apoiada pela indústria, nomeadamente pela Microsoft, Dell, Symantec e por várias empresa de publicidade online prevê a punição de todos aqueles que introduzam ilegalmente códigos maliciosos em computadores e quebrem as barreiras de segurança das máquinas com o objectivo de, por exemplo, retirar informações pessoais acerca dos utilizadores.
O spyware tornou-se uma das principais preocupações para os utilizadores de computadores. A facilidade com que estes códigos são introduzidos nas máquinas, seja através de um jogo, por email ou pela descarga de um programa na Internet faz com que o número de ataques continue em fase ascendente assim como o número de casos de roubo de identidade online.
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