
O vídeo é uma das peças fulcrais do futuro do Facebook. A empresa assumiu-o em 2017, com o desenvolvimento de uma nova plataforma onde, em breve, serão exibidos programas originais. Mas os planos em torno da Watch contemplam ainda um investimento para este ano, que poderá rondar os mil milhões de dólares, e que vai financiar a criação de programas com a "marca Facebook". O objetivo, neste caso, é ajudar a empresa a ombrear com serviços como o Netflix e o Hulu, mas a tecnológica está também decidida em atrair a atenção dos criadores que, neste momento, se concentram em torno do YouTube.
Neste âmbito, a empresa está a estudar a hipótese de dar aos criadores de conteúdos a possibilidade de monetizarem os seus vídeos, de forma semelhante àquela que existe no website da Google. A notícia é dada pela CNBC, que cita fontes anónimas próximas da empresa.
O portal explica que o modelo de negócio baseia-se na integração de anúncios nos vídeos destes criadores, que teriam direito a uma parcela das receitas geradas com a visualização da publicidade. Esta é uma lógica que pode beneficiar ambas as partes, uma vez que o Facebook procura uma forma de encher a sua plataforma de novos conteúdos, ao passo que os youtubers estarão interessados em ter novas formas de fazer dinheiro com os seus vídeos.
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