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A rede social vai passar a exibir artigos relacionados com as notícias ali partilhadas de forma a que o utilizador possa ficar com uma noção mais completa do seu conteúdo.

A rede social de Mark Zuckerberg está prestes a lançar uma nova funcionalidade que vai ajudar os utilizadores a detetarem notícias falsas no feed. Desta vez, o Facebook vai passar a exibir artigos relacionados com as notícias partilhadas, de forma a que possam ser consultadas diferentes abordagens ao tema em questão. Estes links vão surgir logo abaixo das notícias que estiverem a registar um volume elevado de partilhas e das publicações que as equipas de moderação julgarem serem falsas.
O Facebook espera que os utilizadores recorram aos novos relacionados para aferir se dada notícia é, ou não, verdadeira, reduzindo, em consequência, o número de partilhas deste tipo de conteúdos.
Importa sublinhar ainda que este novo recurso vai surgir ainda antes de o utilizador clicar na notícia, de forma a que lhe possa, à partida, oferecer uma perspetiva mais ampla sobre o seu conteúdo.
Os artigos relacionados vão começar por ser lançados nos EUA, na Alemanha, na Holanda e em França, ainda durante esta quinta-feira, dia 3 de agosto. Estes são também os países onde o Facebook já celebrou parcerias com empresas que vão garantir a verificação dos factos das notícias que estiverem em destaque na rede social.
O algoritmo que a empresa tem utilizado para analisar conteúdos desta natureza está, de acordo com o próprio Facebook, mais preciso e rápido, pelo que o processo de deteção de notícias falsas deverá também tornar-se mais rápido.
Este sistema vai atuar independentemente na seleção de notícias a integrar nos artigos relacionados. O Facebook adianta que, para filtrar conteúdos, serão tomados em consideração alguns critérios, como os comentários de outros utilizadores.
Se a plataforma não conseguir dominar este problema, o seu modelo de negócio, assente em receitas de publicidade, pode vir a ser prejudicado, uma vez que os utilizadores tenderão, diz a empresa, a clicar cada vez menos nos links que surgem no feed.
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