As gigantes da tecnologia querem desta forma mostrar que o seu envolvimento na "política de espionagem" adoptada pelos Estados Unidos foi restrito.

Nos relatórios de transparência publicados, as empresas mostram que os dados solicitados vão desde o conteúdo apresentado nos sites, a informação mais precisa como nome, idade e local de residência dos seus utilizadores.

A publicação dos dados detalhados acontece depois da pressão exercida pelas fabricantes e fornecedoras de serviços junto do governo norte-americano nos últimos meses, no seguimento das revelações de Edward Snowden.

As tecnológicas pretendiam revelar a informação específica acerca dos pedidos de agências como a Foreign Intelligence Surveillance Act (FISA) por forma a combater as suspeitas de envolvimento nos programas de vigilância, tendo há pouco tempo recebido autorização para tal.

O número de pedidos de 2013, dividido por semestre, está agora publicado online nas respetivas páginas da Google, Yahoo, Facebook, Microsoft, Apple e LinkedIn.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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