Se a Google der uma resposta na direção certa, os procedimentos do Artigo 9 [que prevê uma resolução através do compromisso das empresas] vão continuar. Caso contrário, o próximo passo lógico é preparar uma Declaração de Objeções [que formaliza a acusação de práticas anticoncorrênciais]”. Foi com esta frase que o Joaquín Almunia resumiu o estado atual da investigação à Google.
O comissário europeu revelou ao Parlamento Europeu que cerca de 20 empresas que fazem queixa das práticas da Google apresentaram novas provas e vários argumentos contra os últimos remédios propostos pela empresa liderada por Larry Page.
Joaquin Almunia já comunicou à Google a posição dos contra-interessados relativamente às últimas propostas, estando agora à espera da resposta e dos remédios definitivos da tecnológica de Mountain View.
Durante o resto do discurso Joaquín Almunia tentou sacudir alguma responsabilidade que possa estar a ter no caso – sobretudo ligada ao arrastar do processo que já dura há três anos -, dizendo que a Comissão Europeia rege-se por todas as regras que estão estabelecidas, sendo sua intenção continuar a seguir este sistema.
“Independência”, “imparcialidade” e “objetividade” foram algumas das palavras usadas pelo comissário europeu para classificar o seu modo de atuação, recusando a ideia de transformar uma questão de concorrência numa questão política.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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