Resultado de um acordo entre o Parlamento Europeu, Conselho e Comissão, as novas regras vão abranger desde os serviços administrativos, judiciais e policiais até aos hospitais, universidades e bibliotecas do setor público.
A intenção é tornar estes serviços online acessíveis a todos os cidadãos, em especial a pessoas cegas, com deficiência auditiva, surdas, de visão reduzida ou com deficiências funcionais.
Na União Europeia existem atualmente cerca de 80 milhões de pessoas afetadas por deficiências, número que deverá aumentar para os 120 milhões em 2020, com o fenómeno do envelhecimento da população.
“O acesso à Internet tem de ser uma realidade para todos. Marginalizar milhões de europeus está fora de questão”, referiu Andrus Ansip, vice-presidente e responsável pela pasta Mercado Único Digital. “O acordo desta noite é um passo importante rumo a um mercado único digital, que tem a ver com a remoção de barreiras, para que todos os Europeus possam obter o melhor do mundo digital”.
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