Mostrando que se mantém firme na sua batalha contra a pirataria online, a indústria discográfica norte-americana iniciou recentemente mais 531 processos judiciais contra suspeitos de troca ilegal de ficheiros de música na Internet.



Com os novos casos anunciados ontem, o número de internautas acusados em tribunal pela Recording Industry Association of America (RIAA) este ano já se elevava 1.064, uma vez que a associação tinha processado 532 suspeitos - no maior conjunto de processos levantados em simultâneo - no passado mês de Janeiro.



Tal como aconteceu nessa altura, os internautas não são identificados através de nomes, mas apenas pelos endereços IP dos computadores utilizados. Só em tribunal a RIAA poderá apurar a identidade dos utilizadores, já que está judicialmente impedida de intimar os ISPs a identificarem os alegados piratas antes que seja iniciado um processo.



"O download e a partilha ilícita prejudicam a indústria discográfica e os serviços legais de música online que têm tentado mudar os hábitos dos fãs de música", afirma Cary Sherman, presidente da RIAA, em comunicado de imprensa.



Os serviços legais de música online estão a proporcionar uma experiência de grande qualidade aos consumidores, atraindo novos adeptos", defende Sherman. "Mas não deviam ter que competir com um negócio baseado no download ilícito. É por isso que queremos fazer passar a mensagem clara de que o download ou a partilha de música a partir de redes peer-to-peer sem autorização é ilegal, pode ter consequências e limita a criatividade da própria música", acusa.



A RIAA continua a afirmar que a pirataria na Internet fez com a venda de CDs baixasse dos 943 milhões de dólares em 2000 para os 803 milhões em 2002.



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