Na comemoração do primeiro aniversário do serviço de música iTunes, a Apple aproveitou para divulgar um conjunto de novas funcionalidades que passarão a fazer parte do serviço, que no primeiro ano vendeu 70 milhões de músicas, garantindo uma quota de 70 por cento no mercado de download legal de música.

Entre as principais novidades do serviço, que dispõe de um catálogo de 700 mil temas, contam-se o iMix que permite aos utilizadores publicarem as suas playlists, tornando-as disponíveis a outros utilizadores para visualização ou compra. Por seu lado, o Party Shuffle permitirá escolher de forma automática músicas para integrar em determinada colecção de temas, dispondo também de funções que permitem organizar e apagar temas do portfólio actual.

Resultado das alterações introduzidas pela Apple, os utilizadores passarão a poder utilizar um maior número de PCs para utilizar o serviço iTunes, de três para cinco máquinas. Já no que respeita ao número de vezes que o utilizador pode gravar determinada playlist em CD, aumentam as restrições.

No modelo anterior o utilizador tinha a possibilidade de gravar em CD determinada selecção musical até 10 vezes, agora pode apenas fazê-lo um máximo de sete vezes. A alteração é uma cedência às exigências das editoras que, na opinião da Apple, não prejudicará os utilizadores do serviço.

Entre as novas funcionalidades contam-se ainda uma opção para criar ficheiros de som com qualidade semelhante a uma versão CD, ocupando metade do espaço de um ficheiro sem compressão, explica um comunicado da Apple, que baptiza o serviço de Apple Lossless.

Aumentando a abrangência do iTunes a Apple disponibiliza ainda a capacidade de converter formatos Windows Media no formato Advanced Audio Coding, que suporta o iTunes Music Store, embora esta funcionalidade possa apenas ser aplicada a músicas não protegidas.

As novidades foram divulgadas, em primeira mão, por Steve Jobs, CEO da Apple numa conference call onde o responsável reafirmou que os preços praticados pelo iTunes para a generalidade dos temas disponíveis - de 99 cêntimos por faixa de música e 9.99 cêntimos por disco - vão manter-se, sendo mesmo previsível que a prazo venham a descer, não obstante a pressão da indústria, avança a C|net.

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