A estrela eterna do futebol mundial levou a Google e a Yahoo a tribunal para tentar impedir que o seu nome continuasse a aparecer nos serviços de pesquisa das empresas, associado a serviços de pornografia e acompanhantes sexuais.
O juiz argentino que apreciou o caso deu razão ao futebolista e um prazo às duas companhias para fazerem desaparecer a associação, que garante às empresas prestadoras destes serviços um lugar nos resultados das pesquisas realizadas a partir do nome do ex-jogador.
As empresas têm agora um prazo de cinco dias para alterar a situação e retirar deste tipo de resultados de pesquisa todas as fotografias de Maradona.
O caso não é novo, já que outras figuras públicas também já tinham sido forçadas a recorrer aos tribunais para travar situações idênticas.
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